Influências mentais

29.04.09

 

      Hoje em dia um herói para um adolescente é uma pessoa famosa, que se vista bem, que seja bonita, e por vezes, também é importante numa determinada área em que se destaca.
      Essas características, na minha opinião, referem-se a um ídolo que é completamente diferente. Um ídolo é normalmente uma pessoa que habitualmente se destaca podendo ser nos meios de comunicação e devido a causas totalmente absurdas tais como uma gravidez, o seu casamento, etc.., coisas sem interesse algum. Enquanto que um herói não é aquele que é exposto nas capas de revistas, mas sim aquele que tem grandes feitos sem no entanto ser reconhecido.
      Há um aspecto que por vezes me revolta nos seguidores dos ditos “ídolos” que é, seguirem todos os passos da pessoa em comum, ou seja, vestem-se, agem da mesma forma que esses ídolos.
      Na minha opinião acho que cada pessoa deveria ter o seu uma personalidade própria, ou seja, um seu estilo de vestir da forma que bem entende e agir de forma autónoma. Porque os ídolos tal como as modas são passageiros.
publicado por Xipsi às 19:00

A minha opinião sobre o significado de uma porta

22.04.09

 

Para mim uma porta é um objecto normalmente feito em madeira que serve para separar ou distinguir duas realidades. A porta simboliza uma entrada ou uma saída para um ambiente geralmente diferente que separa o silêncio do barulho, o exterior do interior, etc.
Normalmente as salas de aulas têm uma porta por dois motivos, para proteger do barulho e para diferenciarem o espaço exterior de recreio da sala de aulas.
Serve também para distinguir o espaço de aprendizagem do espaço de lazer e euforia.

 

 

 

publicado por Xipsi às 18:37

Biografia de Eça de Queirós

15.04.09

José Maria de Eça de Queirós nasceu numa casa da praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro da cidade; foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho do brasileiro José Maria Teixeira de Queirós e de Carolina Augusta Pereira d'Eça.

Eça de Queirós foi batizado como "filho natural de José Maria d'Almeida de Teixeira de Queiroz e de Mãe incógnita".

Este misterioso assento dever-se-á ao facto de a mãe do escritor, Carolina Augusta Pereira de Eça, não ter obtido consentimento da parte de sua mãe, já viúva do coronel José Pereira de Eça, para poder casar.

De facto, seis dias após a morte da avó que a isso se opunha, casaram os pais de Eça de Queirós, já o menino tinha quase quatro anos. Por via destas contingências foi entregue a uma ama, aos cuidados de quem ficou até passar para a casa de Verdemilho em Aradas, Aveiro, a casa da sua avó paterna que em 1855 morreu.

Nesta altura foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra onde estudou direito.

Além do escritor, o casal teria mais seis filhos.

Estátua na Póvoa de Varzim

O pai era magistrado, formado em Direito por Coimbra. Foi juiz instrutor do célebre processo de Camilo Castelo Branco, juiz da Relação e do Supremo Tribunal de Lisboa, presidente do Tribunal do Comércio, deputado por Aveiro, fidalgo cavaleiro da Casa Real, par do Reino e do Conselho de Sua Majestade. Foi ainda escritor e poeta.

Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Seus primeiros trabalhos, publicados como um folhetão na revista "Gazeta de Portugal", apareceram como colecção, publicada depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras.

Em 1869 e 1870, Eça de Queirós viajou ao Egipto e visitou o canal do Suez que estava a ser construído, que o inspirou em diversos dos seus trabalhos, o mais notável dos quais o O mistério da estrada de Sintra, em 1870, e A relíquia, publicado em 1887. Em 1871 foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino.

Quando foi despachado mais tarde para Leiria para trabalhar como um administrador municipal, escreveu sua primeira novela realista da vida portuguesa, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875.

Aparentemente, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal em Newcastle e em Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Bristol e Paris respectivamente.

Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara ambientada no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.

Morreu em 1900 em Paris. Está sepultado em Santa Cruz do Douro.

Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente 20 línguas.

Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/E%C3%A7a_de_Queir%C3%B3s

 

publicado por Xipsi às 17:59

O que estou a ler

07.04.09

  Neste momento estou a ler " Uma aventura na Serra da Estrela" e estou a gostar muito. Em

breve colocarei um pequeno  resumo.

 

 

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publicado por Xipsi às 13:32

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  • Falta o enforcado, assim não tem muito jeito.
  • Eu queria saber a caracterização do anjo, pois na ...
  • Olha muito bom cabrões
  • A Brízida Vaz tem como destino final a barca do di...
  • Obrigado vou ter teste daqui a 10 horas espero qe ...
  • falta o enforcado
  • Excelente síntese a melhor que encontrei na net......
  • A historia nem e assim!!!
  • Senti falta do enforcado :c

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