O mundo publicitário

24.01.09

 

Hoje em dia somos bombardeados em vários tipos de meios de comunicação a título de exemplo a internet, a televisão, a rádio, as revistas, os jornais, etc.
Mas a meu ver alguns desses anúncios são ilusórios, porque o produto pode ser perfeitamente banal, mas os anúncios são de tal forma persuasivos que nos dá a entender que o produto é muito bom e útil, mas só depois de o adquirirmos é que vemos que o produto não tem nada de anormal.
Na minha opinião acho que os publicitários não deveriam usar os meios de comunicação para fazer propaganda aos seus produtos porque todos os dias os utilizamos e torna-se um massacre e as pessoas acabam por ceder e comprar o produto.
No que respeita á criação de regras quanto á elaboração anúncios, eu acho que os publicitários não deveriam criar tanta expectativa e ilusão ao consumidor que por vezes depois de adquirirem o produto ficam de tal forma desiludidos que não voltam a comprar o mesmo e também não deviam mentir acerca das características do produto.
Mas quanto á dimensão social e artística da publicidade tem os seu prós que são a ajuda que oferecem a muitas instituições a nível monetário e também a ajuda que dão a construir novos edifícios que revertem a favor dos mais necessitados e por outro lado os contras são que essa dita ajuda que as marcas dizem que oferecem a instituições é uma verdadeira fraude.
E é por estes e outros aspectos, que quando nos deparámos com um anúncio devemos ter em conta que existem aspectos que não são totalmente verdadeiros. 
publicado por Xipsi às 15:28

Há quanto tempo!

18.01.09

 

Dia 9 de Janeiro, acordei e estava um frio tremendo, tudo apontava para ser um dia frio de Inverno como outros tantos dias passados.
Quando cheguei á escola sentei-me ao pé da sala de aula a falar com os meus colegas como sempre fazia até ao toque, mas às 8:30 o inesperado aconteceu, começaram a cair pequenos flocos brancos e deu-se uma verdadeira corrida para o exterior, ao inicio toda a gente pensava que era só granizo, mas só quando vimos a suavidade com que aqueles pequenos e brancos flocos caiam, ai tivemos a certeza que era neve.
Passando poucos minutos já havia gente a enrolar bolas de neve, que no fundo era o que todos queríamos fazer para depois nos divertirmos a atirar essas bolas de neve, mas só os pequenos é que eram os únicos a fazer isso porque não tinham vergonha.
Mas o pior é que tínhamos de ir para as aulas, mas ao chegar á sala pedimos ao professor de português para nos deixar ir mais um pouco lá para fora, mas em troca o professor pediu-nos para fazermos um texto sobre aquele dia para por no blogue, esse bocadinho passou a correr e tivemos de voltar para a sala de aula.
Era uma tortura ver a neve a cair e nós a termos aula, tínhamos medo de não aproveitar esse momento, porque a ultima vez que tinha nevado foi á 20 anos. 

 

publicado por Xipsi às 16:35

Conhecimento Viajado

14.01.09

 

Uma boa forma de adquirir conhecimento é através de viagens, desta forma adquirimos diversos conhecimentos a nível da história, gastronómico, social, ambiental, e mais não refiro que são infinitos, mas o importante é destacar que ao viajarmos estamos a aprender. Um exemplo flagrante é o esparguete que foi introduzido na gastronomia portuguesa através de uma viajem a Itália, tal como a pizza, os hambúrgueres, o cuscuz, a lasanha, os cachorros quentes, são muitas as receitas que no quotidiano são banais mas são de origem estrangeira.
Um dos métodos muito usados na educação dos países norte americanos são as visitas de estudo, desta maneira os alunos saem da rotina habitual, ao viajar estão a aprender enquanto se divertem e desta maneira assimilam melhor o conhecimento e fica a conhecer não só a parte teórica mas também a prática, mas a verdade é que em muitos dos países europeus são poucas ou nenhumas as visitas de estudo.
Por isso é que eu acho que ao viajar aprendemos porque adquirimos conhecimentos vindos de outras culturas.
publicado por Xipsi às 18:05

Natureza em vias de extinção

14.01.09

 

Hoje em dia já chateia ouvir falar que temos de proteger o meio ambiente, mas enquanto o homem não se consciencializar havemos de repetir isso quantas vezes for preciso.
Custa assim tanto ao homem perceber que isso também o afecta. O homem esse ser tão egoísta que só pensa em ser elegante e em ter uma boa qualidade de vida mesmo sem considerar os meios que vai utilizar para atingir o fim, causa tão horrenda, como por em causa o futuro dos seres vivos e do planeta, seres esses que constituem um verdadeiro tesouro da natureza.
Um dos elementos desse tesouro é a água que todos sabemos que temos que poupar e poucos são aqueles que poupam, as pessoas que não poupam não poupam por não saber e sejam qual forem as razões de certeza que não são suficientes para não
poupar, parece que o ser humano só se vai consciencializar que tem de poupar quando tudo acabar quando chegar esse momento já o ser humano esta sobre as nuvens á muito.
Por isso relembro outra vez” Preservem hoje para terem amanha! ”   

 

 

publicado por Xipsi às 17:54

Disparidades entre crenças

13.01.09

 

No nosso planeta existem várias religiões que podem ser monoteístas (acreditam apenas num só deus) ou politeístas (acreditam em vários deuses), e esses deuses têm poderes sobrenaturais com os quais ajudam as pessoas e fazem outras coisas inacreditáveis. Algumas pessoas pensam que as religiões são como uma auto-ajuda a nível mental para os crentes que os ajudam a superar diversos problemas.
 Outras pessoas dizem que uma religião é uma de estar na vida, porque influência por vezes na alimentação, nas rotinas, no modo de vestir, etc.
 Mas o que é certo é que a grande maioria da população mundial é religiosa.
 Por vezes existem conflitos armados entre diferentes religiões que eu penso que isso é uma autêntica estupidez, porque adaptando um ditado popular a este assunto e que até é verdade Religiões não se discutem,porque são aspectos dispersos e cada um pensa o que quer e no que quer mas por vezes não têm direito de o exprimir.
 Na minha opinião as religiões tem aspectos bons e maus, porque por exemplo há religiões onde se uma mulher for violada e tiver um filho a família mata-a porque isso é uma vergonha para a família, outro exemplo, se uma mulher casar com um homem que o pai escolheu também é morta pelos mesmos motivos.
 Por isso eu acho que as religiões não deveriam ser tão drásticas.  

 

 

publicado por Xipsi às 14:30

Batalha de Aljubarrota

08.01.09

 

Batalha de Aljubarrota
Crise de 1383-1385

 
Data 14 de Agosto, 1385
Local Campo de São Jorge, Calvaria de Cima, perto de Aljubarrota, Portugal
Resultado Vitória decisiva de Portugal
Combatentes
Portugal Castela
Comandantes
João I de Portugal Juan I de Castela
Forças
6 500 homens, dos quais 800 besteiros e 4000 peões 31 000 homens
Baixas
n/d n/d
Crise de 1383-1385
Atoleiros – Cerco de Lisboa – Trancoso – Aljubarrota – Valverde
 
 
 A Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385, entre tropas portuguesas comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano de D. Juan I de Castela.
A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos e o fim da crise de 1383-1385, e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis.
A paz com Castela só veio a estabelecer-se em 1411.
Índice
  • Prelúdio
  • Disposição da hoste portuguesa
  • A chegada dos castelhanos
  • A batalha
  • O dia seguinte
  • Bibliografia
  • Ligações externas
 
 
 Prelúdio
No fim do século XIV, a Europa encontrava-se a braços com uma época de crise e revolução. A Guerra dos Cem Anos devastava a França, epidemias de peste negra levavam vidas em todo o continente, a instabilidade política dominava e Portugal não era excepção.
Em 1383, El-rei D. Fernando morreu sem um filho varão, que herdasse a coroa. A sua única filha era a infanta D. Beatriz, casada com o rei D. João de Castela. A burguesia mostrava-se insatisfeita com a regência da Rainha D. Leonor Teles e do seu favorito, o conde Andeiro e com a ordem da sucessão, uma vez que isso significaria anexação de Portugal por Castela. As pessoas alvoroçaram-se em Lisboa, o conde Andeiro foi morto e o povo pediu ao mestre de Avis, filho natural de D. Pedro I de Portugal, que ficasse por regedor e defensor do Reino.
O período de interregno que se seguiu ficou conhecido como crise de 1383-1385. Finalmente a 6 de Abril de 1385, D. João, mestre da Ordem de Avis, é aclamado rei pelas cortes reunidas em Coimbra, mas o rei de Castela não desistiu do direito à coroa de Portugal, que entendia advir-lhe do casamento. Em Junho, invade Portugal à frente da totalidade do seu exército e auxiliado por um contingente de cavalaria francesa.
 
Disposição da hoste portuguesa
Quando as notícias da invasão chegaram, João I encontrava-se em Tomar na companhia de D. Nuno Álvares Pereira, o condestável do reino, e do seu exército. A decisão tomada foi a de enfrentar os castelhanos antes que pudessem levantar novo cerco a Lisboa. Com os aliados ingleses, o exército português interceptou os invasores perto de Leiria. Dada a lentidão com que os castelhanos avançavam, D. Nuno Álvares Pereira teve tempo para escolher o terreno favorável para a batalha. A opção recaíu sobre uma pequena colina de topo plano rodeada por ribeiros, perto de Aljubarrota. Contudo o exército Português não se apresentou ao Castelhano nesse sítio, inicialmente formou as suas linhas noutra vertente da colina, tendo depois, já em presença das hostes castelhanas mudádo para o sítio pre-definido, isto provocou bastante confusão nas tropas de castela. Assim pelas dez horas da manhã do dia 14 de Agosto, o exército tomou a sua posição na vertente norte desta colina, de frente para a estrada por onde os castelhanos eram esperados. A disposição portuguesa era a seguinte: Infantaria no centro da linha, Uma vanguarda de besteiros com os 200 archeiros ingleses, 2 alas nos flancos, com mais besteiros, cavalaria e infantaria. Na retaguarda, aguardavam os reforços e a cavalaria comandados por D. João I de Portugal em pessoa. Desta posição altamente defensiva, os portugueses observaram a chegada do exército castelhano protegidos pela vertente da colina.
Batalha de Aljubarrota

 

A chegada dos castelhanos

A vanguarda do exército de Castela chegou ao teatro da batalha pela hora do almoço, sob o Sol escaldante de Agosto. Ao ver a posição defensiva ocupada por aquilo que considerava os rebeldes, o rei de Castela tomou a esperada decisão de evitar o combate nestes termos. Lentamente, devido aos 30,000 soldados que constituíam o seu efectivo, o exército castelhano começou a contornar a colina pela estrada a nascente. A vertente Sul da colina tinha um desnível mais suave e era por aí que, como D. Nuno Álvares previra, pretendiam atacar.
O exército português inverteu então a sua disposição e dirigiu-se à vertente Sul da colina, onde o terreno tinha sido preparado previamente. Uma vez que era muito menos numeroso e tinha um percurso mais pequeno pela frente, o contingente português atingiu a sua posição final muito antes do exército castelhano se ter posicionado. D. Nuno Álvares Pereira havia ordenado a construção de um conjunto de paliçadas e outras defesas em frente à linha de infantaria, protegendo esta e os besteiros. Este tipo de táctica defensiva, muito típica das legiões romanas, resurgia na Europa nessa altura.
Pelas seis da tarde, os castelhanos ainda não completamente instalados decidem, precipitadamente, ou temendo ter de combater de noite, começar o ataque.
É discutivel se de facto houve a tão famosa técnica do "quadrado" ou se simplesmente esta é uma visão imaginativa de Fernão Lopes de umas alas reforçadas. No entanto tradicionalmente foi assim que a Batalha acabou por seguir para a história.
 
A batalha
Painel de azulejos pintado por Jorge Colaço (1922) representando um episódio da batalha de Aljubarrota. No Pavilhão Carlos Lopes, Lisboa, Portugal.
O ataque começou com uma carga da cavalaria francesa: a toda a brida e em força, de forma a romper a linha de infantaria adversária. Contudo as linhas defensivas portuguesas repeliram o ataque. A pequena largura do campo de batalha, que dificultava a manobra da cavalaria, as paliçadas (feitas com troncos erguidos na vertical separados entre sí apenas pela distancia necessária à passagem de um homem, o que não permitia a passagem de cavalos) e a chuva de virotes lancada pelos besteiros (auxiliados por 2 centenas de arqueiros ingleses) fizeram com que, muito antes de entrar em contacto com a infantaria portuguesa, já a cavalaria se encontrar desorganizada e confusa. As baixas da cavalaria foram pesadas e o efeito do ataque nulo. Ainda não perfilada no terreno, a retaguarda castelhana demorou a prestar auxílio e, em consequência, os cavaleiros que não morreram foram feitos prisioneiros pelos portugueses.
Depois deste revés, a restante e mais substancial parte do exército castelhano atacou. A sua linha era bastante extensa, pelo elevado número de soldados. Ao avançar em direcção aos portugueses, os castelhanos foram forçados a apertar-se (o que desorganizou as suas fileiras) de modo a caber no espaço situado entre os ribeiros. Enquanto os castelhanos se desorganizavam, os portugueses redispuseram as suas forças dividindo a vanguarda de D. Nuno Álvares em dois sectores, de modo a enfrentar a nova ameaça. Vendo que o pior ainda estava para chegar, D. João I de Portugal ordenou a retirada dos besteiros e archeiros ingleses e o avanço da retaguarda através do espaço aberto na linha da frente.
Desorganizados, sem espaço de manobra e finalmente esmagados entre os flancos portugueses e a retaguarda avançada, os castelhanos pouco puderam fazer senão morrer. Ao pôr-do-sol a batalha estava já perdida para Castela. Precipitadamente, D. João de Castela ordenou uma retirada geral sem organizar uma cobertura. Os castelhanos debandaram então desordenadamente do campo de batalha. A cavalaria Portuguesa lançou-se então em perseguição dos fugitivos, dizimando-os sem piedade. Alguns fugitivos procuraram esconder-se nas redondezas, apenas para acabarem mortos às mãos do povo.
Surge aqui uma tradição portuguesa em torno da batalha: uma mulher, de seu nome Brites de Almeida, recordada como a Padeira de Aljubarrota, iludiu, emboscou e matou pelas próprias mãos alguns castelhanos em fuga. A história é por certo uma lenda da época, de qualquer forma pouco depois D. Nuno Álvares Pereira ordenou a suspensão da perseguição e deu trégua às tropas fugitivas.
 
O dia seguinte
Na manhã de 15 de Agosto, a catástrofe sofrida pelos castelhanos ficou bem à vista: os cadáveres eram tantos que chegaram para barrar o curso dos ribeiros que flanqueavam a colina. Para além de soldados de infantaria, morreram também muitos nobres fidalgos castelhanos, o que causou luto em Castela até 1387. A cavalaria francesa sofreu em Aljubarrota outra pesada derrota contra as tácticas de infantaria, depois de Crécy e Poitiers. A batalha de Azincourt, já no século XV, mostra que Aljubarrota não foi a última vez que isso aconteceu.
Com esta vitória, D. João I tornou-se no rei incontestado de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis. Para celebrar a vitória e agradecer o auxílio divino que acreditava ter recebido, D. João I mandou erigir o Mosteiro de Santa Maria da Vitória e fundar a vila da Batalha.

 

publicado por Xipsi às 16:04

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  • bom demais mas a alcoviteira era uma rapariga
  • Falta o enforcado, assim não tem muito jeito.
  • Eu queria saber a caracterização do anjo, pois na ...
  • Olha muito bom cabrões
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  • Obrigado vou ter teste daqui a 10 horas espero qe ...
  • falta o enforcado
  • Excelente síntese a melhor que encontrei na net......
  • A historia nem e assim!!!
  • Senti falta do enforcado :c

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