Informatização de trabalhos de produção escrita

22.02.07

Blogue Na Escola EB 1/2 de Vila Cova, o Sr. Professor Paulo Faria, levou todas as turmas do 7º ano a criar um blogue para melhorar a produção e o gosto pela escrita. Para mim acho que é ma ideia inovadora, que vai levar os alunos aterem mais gosto tanto pela escrita como pela leitura.

 

 

Autor: Tiago Pereira de miranda

publicado por Xipsi às 17:23

A fuga do Esposendense

22.02.07

  Era uma vez um homem que vivia em Esposende, ele era medíocre para a cercania. Mas um dia a população revoltou-se e fizeram-lhe um suplício com facas e instrumentos cortantes, e até uma das pessoas passou-lhe com o gume de uma faca no pescoço, e o pescoço começou a ensanguentar-se, ele soergueu, mas logo de seguida correu até a um subúrbio e lá desabrochou a sua vida até que anos mais tarde nessa aldeia viu uma côncava e saltou para dentro obliterou, foi até há ilha da Madeira. Lá encarquilhou e teve uma longevidade.

 Autor: Tiago Pereira de miranda

publicado por Xipsi às 12:14

O pássaro maravilha

15.02.07

   Um dia em Sófia, capital da Bulgária, apareceu um pássaro que cantava muito bem, mas os cidadãos não lhe davam o devido valor, por isso ele fugiu, e os cidadãos arrependeram-se, por isso foram procura-lo a Lisboa, quando lá chegaram desatracarão o barco, e o pássaro assomou na cúpula do palácio de Belém, lá estava ele com o seu majestoso penacho a gorjear no crepúsculo do edifício, e quando já estavam a 10 metros dele, um carro deu um solavanco e o pássaro fugiu, e ao fugir bateu contra um gume de um poste de electricidade e morreu.

Autor: Tiago Pereira de miranda

publicado por Xipsi às 17:24

Seis contos de Eça de Queirós

09.02.07

1º - A aia

 

Algum tempo atrás havia um rei que vivia no seu reino com a sua mulher e o seu filho recém nascido.

Um dia o rei partiu para uma batalha, e morreu nela. Mas agora o tio do principezinho iria tentar mata-lo. Um dia estava o principezinho a dormir ao lado do filho da sua aia porque ela também o amamentava. Mas um dia a aia foi dar u passeio com os dois bebés pelo reino, até que ouviu o som do cavalo do principezinho, mas quando se apercebeu que o vinha matar, deixou o seu filho no berço do principezinho e fugiu com o principezinho, o tio ao chegar lá matou o filho da aia. A rainha quando se veio a aperceber do seu acto, quis-lhe oferecer uma recompensa, por isso levou-a ao tesouro real para ela levar o que quiser-se, ela pegou num punhal de ouro, e matou-se com ele.    

 

 

2º - O tesouro

 

Algum tempo atrás três irmãos: o Rui, o Guanes e o Rostabal que eram os fidalgos mais pobres do reino. O seu palácio em muito mau estado.

Um dia resolveram ir à mata ver se apanhavam ou caçavam alguma coisa, até que viram na cova de uma pedra entre o arvoredo um velho cofre de ferro com três fechaduras. Cada uma com a sua respectiva chave, então abriram-no e dentro tinha muitas moedas de ouro, então pensaram como iriam levar tudo aquilo, por isso resolveram enviar Guanes para trazer três sacas de couro, três quilos de cevada para as éguas e para eles três empadões de carne e três garrafas de vinho. Mas enquanto Guanes tinha ido Rostabal resolveu mata-lo assim que ele chegasse , e mal ele chegou Rostabal matou-o, enfiando-lhe uma espada na garganta, mas quando Rostabal se foi lavar o Rui matou-o.

Logo a seguir Rui comeu o frango que Guanes tinha comprado e bebeu uma garrafa de vinho, ao fim sentiu um fogo dentro dele a arder, e acabou por morrer, como Rui e Rostabal pensaram em matar Guanes também ele pensou em mata-los.

 

 

3º - O defunto

 

Em 1474 foi viver para a Segóvia um cavaleiro chamado D. Rui de Cardenas, morava ao lado da igreja de Nossa Senhora do Pilar que tinha sido sua madrinha, por isso ia lá rezar todos os dias, mas em frente da sua casa morava D. Afonso de Lara com D. Leonor e eles eram ricos.

Um dia enquanto D. Rui rezava na igreja apareceu D. Leonor, mas quando D. Rui a viu apaixonou-se, mas a aia de D. Leonor foi contar a D. Afonso.

Ele passando algum tempo, para D. Rui e D. Leonor não se verem mais, foi para Cabril.

Quando já estava em Cabril D. Afonso obrigou-a a escrever uma carta que dizia para ir a sua casa e para subir por umas escadas que iriam até ao seu quarto. D. Afonso mandou por isso um mensageiro entregar-lhe a carta, D. Rui leu e perguntou ao mensageiro qual era o caminho que tinha seguido, e ele indicou-lhe que era o mais curto que era o cerro dos enforcados.

D. Rui partiu mal escureceu, quando chegou ao cerro dos enforcados viu quatro pilares a erguerem-se e sobre eles pousaram-se quatro traves e pendurados nas traves estavam quatro enforcados, e um disse-lhe para ir à sua beira, e assim foi, quando lá chegou ele disse-lhe para lhe cortar a corda, e o D. Rui perguntou-lhe o que queria dele, e ele respondeu-lhe que ele iria ter uma recompensa.

Quando chegou à casa de D. Afonso o enforcado subiu pela escada mas quando chegou lá cima, espetaram-lhe uma adaga e ele caiu mas não estava morto, logo de seguida fugiram, o enforcado pediu a ele para voltar a pendora-lo.

No outro dia D. Afonso foi procura-lo no seu jardim, mas não o encontrou, por isso foi até Segóvia e viu-o a ir para a igreja.

D. Afonso foi falar com o padre, e o padre disse-lhe que alguém se tinha servido de um enforcado.

E logo de seguida foram ver os enforcados e D. Afonso viu que um tinha a sua adaga espetada num deles.

Passando algum tempo D. Afonso morreu e D. Leonor e D. Rui casaram-se em 1475.

 

 

4º - Frei Genebro

 

Algum tempo atrás havia um frade que se chamava Genebro era discípulo de S. Francisco. Frei Genebro fazia de tudo para ser santo.

Um dia foi ajudar os escravos, em terra de Mouros, foi então que o prenderão. Mas passando algum tempo depois de o libertarem partiu de viagem, então ele andou, andou, mas logo avistou os restos de um castelo, e assim lembrou-se de Frei Egídio, antigo companheiro do convento, ele morava perto daquelas ruínas. Então Frei Genebro subiu o monte onde ele morava, e a meio do percurso avistou um pastor de porcos, ele estava a dormir, mas quando chegou ao destino, chamou pelo seu amigo e ele pediu-lhe para entrar porque estava doente, e assim foi o Frei Genebro entrou, mas viu que ele estava sem forças.

Foi então que ele foi arrancar uma pata a um porquinho, e cozinhou-a. Mas passando algum tempo ele partiu, e á ida pensou numa frase que S. Francisco lhe tinha dito e morreu. Quando chegou ao céu os anjos colocaram numa parte da balança as boas acções que não eram poucas, e os anjos já pensavam que ia ir para o céu mas a parte das más acções começou aumentar, aumentar que por fim já pesava mais. Foi então que surgiu uma mão que lhe pegou na alma e o deixou cair na escuridão.

 

 

5º - A civilização

 

Havia à algum tempo um homem que tinha um amigo que se chamava Jacinto ele nunca tinha tido nada de mau ou de mal na sua vida, ele era muito inteligente e lia muito.

Um dia ele foi a casa do Jacinto, e ficou espantado, porque toda a tecnologia que o mundo ainda não conhecia, ao jantar havia talheres com várias funções e copos de várias cores e feitios, mas com toda aquela tecnologia e sabedoria ele estava triste, um dia o seu amigo para o animar, mandou reconstruir um solar de Jacinto que ficava em Torges.

Jacinto preparou a viagem com muita antecedência, enviou muitas malas, para quando lá chega-se tudo o que era dele.

E quem ficou de enviar as malas e mandar reconstruir o solar era o procurador.

Quando Jacinto o seu amigo lá chegara, as malas ainda não tinham chegado e o solar ainda não tinha sido reconstruído, por isso Jacinto perguntou ao caseiro o que é que se tinha passado e ele respondeu que a mãe do procurador tinha adoecido, ao jantar Jacinto ficou deliciado com a refeição e depois foi dormir, mas antes o caseiro emprestou-lhe uns tamancos de madeira e uma camisa de estopa, no outro dia Jacinto ficou maravilhado com a beleza da aldeia por isso nunca mais quis regressar mas pediu ao seu amigo para ir a casa dele para trazer alguns livros.

Passando quatro anos já sabia e conhecia todos os animais e plantas locais, e já tinha casado com uma bela rapariga da aldeia.

 

 

6º - O suave milagre

 

Ainda no tempo em que Jesus fazia os seus milagres, mas um dia um viajante passou num vale dizendo que o famoso rabi andava a anunciar a chegada do reino de Deus.

Naquela altura havia um velho chamado Obed senhor de muitos rebanhos e vinhas, mas um vento abrasador tinha-lhe matado o melhor gado e secado as suas vinhas e por isso um dia mandou alguns criados á procura do famoso rabi, mas não o encontrarão, mas também nesse tempo, Públio Sétimo, chefe romano, que comandava um forte, tinha uma filha que sofria de um mal lento e estranho, por isso mandou um batalhão de soldados procura-lo, mas não o encontraram.

Num casebre vivia uma viuva com um filho aleijado, eles eram mesmo muito pobres, e cada dia que passava a sua doença ia agravando-se, por isso ele pediu à sua mãe para trazer o rabi até ele, mas a mãe respondeu-lhe que não o iria deixar sozinho, mas ele insistia chorando, mas a mãe disse que o rabi vendo pessoas tão pobres não o iriam ajudar, mas ele levantou as mãos e disse que só queria ver Jesus e logo abrindo devagar a porta e sorrindo, Jesus disse-lhe que estava ali.    

 

          

publicado por Xipsi às 12:41

Cavaleiro da Dinamarca

09.02.07

Este livro conta a história de um cavaleiro que morava na Dinamarca com a sua família A maior festa do ano, era a noite de Natal onde se juntava a família e amigos. Num determinado Natal anunciou que iria fazer uma viagem, e no próximo ano estaria em Jerusalém e só daqui a dois anos é que estaria de regresso.

E assim aconteceu, na Primavera, o cavaleiro deixou a floresta e lá foi em direcção de Jerusalém, e chegou muito antes do Natal às costas da Palestina.

Quando chegou o dia de Natal ao fim da tarde, o cavaleiro dirigiu-se para a gruta de Belém, e ali rezou toda a noite.

Depois da sua peregrinação até Jerusalém cumprida, tinha outra peregrinação que era voltar para casa, e assim foi seguiu alguns peregrinos, em que o cavaleiro criou uma grande amizade com um mercador, que era de Veneza.

A ida para Dinamarca começou por partir do porto Ravêna, ele ficou muito impressionado com a sua beleza, e o seu amigo propôs-lhe uma viagem até Veneza, o mercador alojou-o no seu palácio e em sua honra multiplicou as festas.

Durante o dia percorriam de gôndola a cidade, á noite ceavam ao som de alaudes, certa noite o cavaleiro foi a varanda e perguntou quem morava em frente, e o veneziano disse que era um parente seu, órfã de pai e mãe. Quando era criança o seu tutor Jacob prometeu-a em casamento a Arrigo que era um parente seu, mas Vanina fez 18 anos e não quis casar, por isso Jacob nunca mais a deixou sair de casa, até que um dia ela conheceu um rapaz, casou e fugiu com ele.

Passando um mês o mercador disse ao cavaleiro para se associar aos seus negócios, e passando três dias o cavaleiro partiu, em Maio chegou a Florença, e ficou encantado com a sua beleza. Um banqueiro hospedou-o, e ao jantar o cavaleiro admirou-se com a sua sabedoria, a meio do jantar levantou-se uma discussão sobre a obra do Guioto, e o cavaleiro perguntou quem era Guioto, respondeu-lhe  que era um pintor e que foi discípulo de Cimabué que tinha sido o 1º pintor da Itália, e Guioto retractou o seu amigo Dante o maior poeta e que tinha conhecido os segredos deste e do outro mundo e com nove anos de idade apaixonou-se por Beatriz, um dia ela morreu e aos 18 anos ele perdeu-se numa floresta, viu uma sombra, era Virgílio que vinha de parte de Beatriz e disse para o seguir. Contou o que se tinha passado, mas ninguém acreditou.        Passando três dias o cavaleiro deixou Florença e foi até Génova, tremendo de febre foi bater a porta de um convento, e os frades trataram-no e quando finalmente se curou, viajou até Génova, e quando lá chegou o negociante hospedou-o, passando um mês o cavaleiro disse ao comerciante que queria seguir por mar, mas o comerciante disse que ninguém se arrisca a navegar para Norte.

Mas o cavaleiro não aceitou e seguiu viajem, quando finalmente na antevéspera do Natal chegou a uma pequena povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, foi recebido com grande alegria pelos seus amigos que lhe ofereceram um cavalo.

Após a estadia, despediu-se e seguiu o seu caminho mas perdeu-se e em desespero rezou a oração dos anjos e foi assim que na massa escura dos arvoredos, ao longe começou  a crescer uma pequena claridade, também o seu cavalo tinha visto a luz e reunindo a força do homem e do animal recomeçaram a andar, ao chegar perto viu a maior árvore da floresta, estava coberta de luzes. Porque os anjos do Natal a tinham enfeitado com dezenas de pequeninas estrelas para guiar o cavaleiro.

publicado por Xipsi às 12:39

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últ. comentários

  • bom demais mas a alcoviteira era uma rapariga
  • Falta o enforcado, assim não tem muito jeito.
  • Eu queria saber a caracterização do anjo, pois na ...
  • Olha muito bom cabrões
  • A Brízida Vaz tem como destino final a barca do di...
  • Obrigado vou ter teste daqui a 10 horas espero qe ...
  • falta o enforcado
  • Excelente síntese a melhor que encontrei na net......
  • A historia nem e assim!!!
  • Senti falta do enforcado :c

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